Deixa eu escrever pressa merda. Me apresento abaixo: Eu sou, sobretudo, um convencido presunçoso, tenho a absoluta certeza de que tudo que alguém fez algum um dia, eu posso fazer também.
Considero-me um autodidata, talvez mais por incapacidade de admitir que alguém possa me ensinar alguma coisa do que por realmente ter aprendido algo sozinho. Sou também um gordo, não só no físico, mas na personalidade.
Sou como aquele ingrato que senta ao seu lado no ônibus e põe meia nádega no seu assento, porém sou assim com tudo, esparramo minhas nádegas ideológicas por todos os cantos, na vida das pessoas, em todos os assuntos. Falo de esporte, política e religião com propriedade, apesar de nunca ter praticado nem um nem outro.
Acredito cegamente na boa-fé das pessoas, sou romântico quanto a isso, sei que jamais alguém falaria mal de mim, apesar de ter certeza que seria um desperdício não fazê-lo, e sei que quando o fazem, é apenas por pura inveja. Tenho bom coração, ao contrário do que diz meu cardiologista. Gosto das pessoas e da vida, e quanto mais constato as suas perversidades e falsidades, mais me apaixono por elas, pois acredito que é justamente isso que torna interessante o convívio; como um cão que apanha do dono, mas ainda lhe abana o rabo, pois enfim, é isso que há. Não sei bem quem sou, mas esse sou eu e me pergunto todos os dias como dizer ao meu filho: “Não me seja, pois não presto”. Enfim, eu sou O Allisson, seu criado.
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Deixa eu escrever pressa merda. Me apresento abaixo:
Eu sou, sobretudo, um convencido presunçoso, tenho a absoluta certeza de que tudo que alguém fez algum um dia, eu posso fazer também.
Considero-me um autodidata, talvez mais por incapacidade de admitir que alguém possa me ensinar alguma coisa do que por realmente ter aprendido algo sozinho. Sou também um gordo, não só no físico, mas na personalidade.
Sou como aquele ingrato que senta ao seu lado no ônibus e põe meia nádega no seu assento, porém sou assim com tudo, esparramo minhas nádegas ideológicas por todos os cantos, na vida das pessoas, em todos os assuntos. Falo de esporte, política e religião com propriedade, apesar de nunca ter praticado nem um nem outro.
Acredito cegamente na boa-fé das pessoas, sou romântico quanto a isso, sei que jamais alguém falaria mal de mim, apesar de ter certeza que seria um desperdício não fazê-lo, e sei que quando o fazem, é apenas por pura inveja. Tenho bom coração, ao contrário do que diz meu cardiologista. Gosto das pessoas e da vida, e quanto mais constato as suas perversidades e falsidades, mais me apaixono por elas, pois acredito que é justamente isso que torna interessante o convívio; como um cão que apanha do dono, mas ainda lhe abana o rabo, pois enfim, é isso que há. Não sei bem quem sou, mas esse sou eu e me pergunto todos os dias como dizer ao meu filho: “Não me seja, pois não presto”. Enfim, eu sou O Allisson, seu criado.
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